Uma mãe, residente em Matola-Rio, província de Maputo, contesta uma cobrança superior a 100 mil meticais feita por uma escola privada de Chinonanquila, referente a mensalidades e multas acumuladas durante o período em que o seu filho esteve doente.
Segundo o relato apresentado à Miramar, o menor frequentava a instituição desde os oito anos. Aos 12, adoeceu na própria escola e passou a enfrentar sucessivos internamentos hospitalares. A mãe afirma ter apresentado documentos médicos para justificar as faltas e solicitado a suspensão das cobranças, mas a instituição manteve os encargos. Posteriormente, o menor acabou por falecer.
A encarregada de educação afirma ainda ter sido julgada sem condições de preparar adequadamente a sua defesa e que enfrentou dificuldades para recorrer da decisão.
O advogado Victor da Fonseca explicou que, se a doença e a impossibilidade de frequência tiverem sido comunicadas atempadamente, a cobrança poderia ser questionada, dependendo das cláusulas contratuais e dos detalhes do processo.
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