O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, subiu o tom e prometeu uma resposta de "mão pesada" contra quem se recusar a entregar armas de fogo ilegais até dezembro de 2026. O anúncio foi feito durante o encerramento do XX Curso de Unidades de Operações Especiais e de Reserva da PRM em Macandzene, marcando o lançamento do "Plano Operativo Amnistia Dois".
Embora o Governo justifique a medida como um esforço para combater o banditismo urbano e a criminalidade, o contexto é sensível. O processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) encerrado em 2023 continua marcado por falhas e atrasos crónicos no pagamento de pensões a ex-combatentes.
Além disso, analistas recordam o fracasso do "Plano Operativo Amnistia Um" em 2025, que resultou na apreensão de apenas 849 armas, um número considerado irrisório face ao vasto arsenal clandestino que ainda circula no país.

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