Mondlane manifestou preocupação com propostas que, segundo ele, podem alterar a periodicidade dos sufrágios e a duração dos mandatos do Presidente da República e dos órgãos autárquicos em Moçambique.
Num comunicado divulgado esta quinta-feira, 9 de Julho de 2026, Mondlane afirmou que, por não estar representado na Comissão Nacional de Eleições (CNE/COTE), a sua organização opta por apresentar as suas contribuições através de ofícios formais.
O líder do ANAMOLA defendeu que todos os cidadãos e forças políticas devem assumir a responsabilidade de proteger os princípios democráticos e constitucionais do país. Segundo Mondlane, qualquer alteração relacionada com eleições e mandatos deve respeitar os fundamentos da Constituição da República.
A declaração surge num contexto de debate sobre possíveis mudanças no sistema eleitoral moçambicano, tema que continua a gerar diferentes posições entre partidos políticos e setores da sociedade civil.




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