A fábrica de alumínio Mozal poderá retomar as operações nos próximos meses sob uma nova estrutura acionista, segundo informações do jornal Evidências.

O Governo de Moçambique criou uma nova equipa negocial que já alcançou entendimento com parceiros sul-africanos e australianos para viabilizar o reinício das atividades.

Entre as mudanças previstas está a entrada da empresa estatal Eskom no capital da Mozal, além do reforço da participação do Estado moçambicano.

A retoma depende da resolução do fornecimento de energia elétrica, fator considerado essencial para a viabilidade da fundição de alumínio.

A Mozal suspendeu atividades em março de 2026 devido aos elevados custos energéticos e negociações continuam em busca de uma solução sustentável.

Localizada na Matola, a unidade é uma das maiores exportadoras de Moçambique, com impacto no emprego e na cadeia industrial nacional.

Autoridades acreditam que a retoma poderá impulsionar a economia e gerar novos postos de trabalho no país moçambicano.


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