Após a morte da mãe, a empresária moçambicana Joana Irigoyen voltou a viver um novo período de profunda dor com o falecimento do pai, ocorrido poucos meses depois do funeral de Maria Amélia em Maputo. Após ter participado das cerimónias fúnebres da mãe a 21 de março de 2026, Joana permaneceu em Moçambique para acompanhar o estado de saúde do progenitor Rafael Muchuane. Durante esse período, a empresária prestou apoio constante ao pai, que enfrentava uma doença prolongada e recebia cuidados numa clínica em Maputo. Apesar da assistência médica e dos esforços familiares, o estado de saúde agravou-se e o óbito foi registado no dia 30 de maio de 2026. De regresso ao Luxemburgo, Joana recebeu a notícia e voltou a Maputo para o último adeus ao pai. O funeral realizou-se a 13 de junho de 2026 num ambiente de tristeza, solidariedade e homenagem da família e amigos em Maputo.


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