A Ministra da Educação, Samaria Tovela, reconheceu que o Governo não dispõe de recursos financeiros suficientes para efetuar, de uma só vez, o pagamento de todas as horas extraordinárias em atraso aos professores em todo o país. Segundo a governante, o Executivo está a mobilizar fundos para regularizar gradualmente a dívida acumulada, apelando à compreensão da classe docente.

De acordo com a ministra, as horas extras correspondentes ao ano de 2022 já foram integralmente liquidadas, enquanto parte dos valores referentes a 2023 também foi paga. No entanto, continua pendente o remanescente desse período, bem como a totalidade das horas extraordinárias realizadas em 2024.

Samaria Tovela alertou que a paralisação das atividades letivas compromete o processo de ensino e aprendizagem, prejudicando milhares de alunos em várias regiões do país. Acrescentou ainda que a participação em greves poderá resultar na instauração de procedimentos administrativos previstos na legislação vigente.


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