O Tribunal da Região Militar de Luanda condenou um agente de 1ª classe da Polícia de Intervenção Rápida (PIR) a dez meses de prisão efectiva pelo crime de furto de telemóvel, ocorrido no interior da caserna da Unidade de Segurança Interna (USI), em agosto de 2025. Segundo a acusação, o militar terá aproveitado a sua posição dentro da unidade para subtrair o equipamento móvel de um colega, sendo o caso reportado posteriormente às autoridades militares, que desencadearam investigação disciplinar e criminal. O julgamento decorreu no Comando da Polícia de Intervenção Rápida e foi presidido pelo Tribunal da Região Militar de Luanda, que considerou provadas as acusações apresentadas pelo Ministério Público militar. A condenação reforça o combate à indisciplina e crimes no seio das forças armadas, sublinhando a responsabilidade dos agentes de segurança na manutenção da ordem e confiança institucional no interior das instituições militares em Luanda e no país geral


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