O proprietário do restaurante Kaya Kwanga apresentou-se visivelmente debilitado no tribunal, na sequência de uma greve de fome que diz estar a cumprir em protesto contra a sua detenção. O arguido compareceu em audiência com sinais de fraqueza física, o que chamou a atenção dos presentes e levantou preocupações sobre o seu estado de saúde.

Segundo informações disponíveis, a greve de fome terá sido iniciada como forma de contestação às condições da sua detenção no Estabelecimento Penitenciário de Máxima Segurança da Machava, onde se encontra recluso. A defesa do arguido alega que o seu cliente está a ser submetido a um processo injusto e pede a revisão das medidas de coação.

As autoridades prisionais ainda não se pronunciaram publicamente sobre o caso. O tribunal prossegue com o processo, enquanto se avalia a situação clínica do detido.


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