O Procurador-Geral da República (PGR), Américo Letela, quebrou o silêncio sobre o mediático assassinato do advogado Elvino Dias, ligado ao partido PODEMOS e ao político Venâncio Mondlane, após críticas aos resultados das eleições gerais de 2024. Letela afirmou que o crime continua a ser tratado como complexo, mas revelou uma segunda linha de investigação que pode alterar as primeiras suspeitas de motivação política. Segundo o PGR, Elvino Dias era mandatário num processo de falsificação de documentos envolvendo a alegada simulação de morte de Edite Chilindro, companheira de um dos implicados no caso do homicídio do jornalista Carlos Cardoso, Nini Satar. O julgamento estava marcado para um dia antes do assassinato do advogado. As investigações apontam uso de documentos falsos emitidos no estrangeiro. Paralelamente, a PGR mantém a hipótese de ligação com tensões pós-eleitorais de 2024. Três suspeitos já foram identificados e dois encontram-se em prisão preventiva enquanto o processo continua em investigação aprofundada.
Fonte: https://opais.co.mz/

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