Um criador de conteúdo com forte presença nas redes sociais, que tem partilhado ações de solidariedade às vítimas das cheias em Benguela, respondeu às críticas sobre a exposição dessas iniciativas. Segundo o influenciador, a decisão de publicar as ações não tem como objetivo autopromoção, mas sim ampliar o alcance da ajuda humanitária.

Ele argumenta que, com mais de 128 mil seguidores, o seu papel é incentivar outras pessoas a contribuírem. “Se eu doar em silêncio, ajudo poucas famílias, mas se mostrar, posso inspirar milhares a ajudar mais pessoas”, defende.

O ativista afirma ainda que as publicações servem como guia para quem deseja ajudar, mostrando locais, necessidades e formas de apoio, facilitando a mobilização social.

Ele reforça o apelo para que as críticas deem lugar à participação ativa, convidando os cidadãos a juntarem-se às campanhas de apoio em Benguela.

As iniciativas continuam no Campismo, são recebidas doações aos afetados pelas cheias.


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