O Governo esclareceu que não foram criados novos benefícios para os antigos chefes de Estado, contrariando informações que circulam na opinião pública. O posicionamento foi apresentado pelo ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa, durante uma sessão na Assembleia da República.
Segundo o governante, os direitos actualmente atribuídos aos ex-Presidentes foram definidos ainda na década de 1990 e não sofreram alterações recentes. Impissa sublinhou que, apesar da aprovação de um novo decreto, não houve introdução de quaisquer vantagens adicionais.
O ministro esclareceu ainda que algumas interpretações divulgadas são incorrectas, nomeadamente a ideia de que os antigos chefes de Estado têm direito a casas pagas pelo Estado. De acordo com ele, o apoio existente limita-se a um subsídio mensal para manutenção de habitação, fixado em cerca de 8 mil meticais.
O Executivo reforça que o regime permanece inalterado.

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