Os Estados Unidos intensificaram a presença militar no Médio Oriente após o fracasso da primeira ronda de negociações com o Irão no Paquistão, num contexto de crescente tensão diplomática e militar. Segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM), pelo menos 31 navios foram impedidos de atravessar áreas estratégicas desde o início do bloqueio naval ao Irão. Atualmente, mais de 10.000 militares, 17 navios de guerra e cerca de 100 aeronaves patrulham as proximidades das águas iranianas. O presidente Donald Trump afirmou esperar uma proposta de acordo unificada de Teerão e admitiu que negociações de paz podem ser retomadas na próxima sexta-feira no Paquistão. Paralelamente, o Pentágono anunciou a demissão do secretário da Marinha, John Phelan, após relatos de disputas internas no Departamento de Defesa. As autoridades norte-americanas afirmam que a operação visa garantir segurança marítima e pressão diplomática sobre o programa nuclear iraniano em meio a tensões regionais crescentes conflitos.

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