A província de Manica enfrenta uma crescente escassez de combustível, situação que também se faz sentir em várias regiões do país. Autoridades locais e operadores do setor apontam possíveis causas, com destaque para o desvio ilegal de combustível e práticas especulativas no mercado.
Durante um encontro dirigido pelo secretário de Estado, representantes do setor alertaram que parte do combustível poderá estar a ser desviada para o Zimbábue, onde os preços são significativamente mais elevados, chegando quase ao dobro dos praticados em Moçambique. Esta diferença tem incentivado o contrabando, envolvendo operadores com atuação regional.
Outro fator apontado é a forte dependência da Petromoc, sobretudo na cidade de Chimoio, cuja capacidade de resposta é considerada insuficiente face à procura atual. Há ainda denúncias de armazenamento intencional para futura venda a preços mais altos.
Enquanto isso, a população enfrenta longas filas e dificuldades de abastecimento, aumentando a pressão por medidas urgentes.
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