Wu Xiaojun sublinhou a necessidade de reforçar as cadeias de valor locais entre a China e Moçambique, defendendo maior participação de empresas chinesas na transformação de recursos dentro do território moçambicano. Ele destacou que mais empresas devem investir não apenas capital, mas também promover a industrialização local e a criação de emprego, contribuindo para o desenvolvimento económico sustentável. O dirigente chinês apontou ainda a cooperação no sector de energia limpa e a troca de experiências no combate à pobreza como prioridades da parceria bilateral. Também defendeu o aprofundamento do intercâmbio institucional entre Moçambique e a província chinesa de Qinghai, com vista à implementação de projectos sustentáveis conjuntos. Wu Xiaojun reafirmou a disponibilidade de Qinghai para reforçar a cooperação, incluindo envio de delegações empresariais, concessão de bolsas de estudo e maior intercâmbio institucional. Isto marca uma nova fase de relações económicas mais intensas entre China e Moçambique segundo as autoridades locais.


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